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1004. La voix de l'amour
Je suis seule, plongé dans un silence profond. Au loin j'écoute une voix qui dit: J' aime bien moi même [1] J' aime bien ma femme [2] J' aime bien mes parents et mon frère [3] J' aime bien mon chien [4] J' aime bien les fleures de mon jardin [5] J' aime bien les poissons de mon voisin [6] J' aime bien la Mer [7] J' aime bien la Terre [8] J' aime bien le Soleil, même d'hiver [9] J' aime bien ma position [10] J' aime bien ma maison [11] J' aime bien ma profession [1


1003. Amor
Amor é O que é não sei Sei que dói Rói e corrói Por vezes até destrói Amor é O que é não sei Mas é o meu Rei...
1002. Dadinha
Há quanto tempo não voas no céu deste Mundo-louco Queria tanto soltar as tuas asas e sentir nas minhas mãos a liberdade dos teus movimentos esvoaçantes Há quanto tempo não vês tu o Arco-íris Queria tanto soltar as suas cores e encher de vida esse teu mundo sem sentido real Tu que tanto lutas Tu que tanto desejas a liberdade Diz-me o que quer dizer Liberdade Diz-me porque choras ris ou cantas Diz-me porque já não sou mais criança https://amo-teliberdade.blogspot.com/...
1001. O comboio
I Encontrei-te naquele distante comboio-de-infância... Recordas? O teu cabelo curto, coberto por um boné de pala, a roupa diferente dos demais, transformavam-te no companheiro de brincadeira ideal. -Dominó! Ganhei!... -gritavas saboreando exuberantemente o doce prazer da vitória. E explicavas modestamente: -Para se ganhar é preciso juntar as frutas certas nunca esquecendo as repetidas... -Meninos... -gritava a minha mãe. Não, creio que era a tua. -Portem-se bem! Esta foi talv
0418. "Se deus não existisse..."
Pressupondo a sua existência de forma inequívoca, dizem alguns crentes que “se deus não existisse a vida não teria sentido”. Ora, tal como o ato de fé, o desejo de existência de uma entidade supranatural não a faz existir e muito menos confere sentido à vida humana. Uma coisa é o desejo de qualquer crente, outra é a realidade da matéria viva. De certa forma, o próprio desejo é o impulso primitivo e induz a crença. Obviamente que não é por não acreditar em “deuses” que a v
0417. Prova
Dizem alguns crentes que “por não se poder provar a inexistência de “deus”, não se pode afirmar que não existe” … que também não se pode provar! Trata-se, obviamente, da inversão do ónus da prova. Se um crente afirma que o seu “deus” existe cabe-lhe provar a sua existência… nunca por outrem o negar pelo facto de não existirem provas da sua existência! Não existindo uma única prova objetiva da existência de “deuses”, qualquer mente minimamente racional, apenas pode conclui

