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0451. Crucificação
Desde a Roma antiga que a crucificação foi padronizada como um dos principais métodos de tortura e execução pública. O corpo, frequentemente precedido de flagelação, era normalmente pregado de mãos e pés numa cruz de madeira e deixado a agonizar num lendo e interminável martírio. Um castigo usado para punir escravos, criminosos e traidores do Estado, que normalmente provocava a morte por asfixia ou exaustão da vítima. Um arrepiante quadro de medo e horror que dissuadia qualqu


0450. “E se o cristianismo estiver de novo a ficar na moda?”
“E se o cristianismo estiver de novo a ficar na moda?” Caro JMT… Depois de ler o seu assombroso artigo, confesso que fiquei realmente com vontade de responder. «O século XXI será espiritual ou não será». “Parece que vai ser” -diz. Ora o seu “parece” é objetivamente típico do “acredito e tenho uma fé inabalável que é, ou parece que vai ser”. É caso para dizer, em pleno século XXI, parece-lhe realmente que Ele existe?! A mim, a única coisa que me parece é que está a regressar


0449. Pete Fiction
Refere o jornal Público que o secretário da Guerra dos EUA, Pete Hegseth, citou um versículo bíblico falso, retirado do filme Pulp Fiction durante um sermão no Pentágono. “A oração era uma adaptação do monólogo proferido pela personagem de Samuel L. Jackson. No filme, a personagem atribui-o falsamente a Ezequiel 25:17 antes de um assassinato…” «O caminho do aviador abatido está cercado por todos os lados pelas iniquidades dos egoístas e pela tirania dos homens malvados. Abe


0446. «Falsos curandeiros...»
«Falsos curandeiros condenados por enganar as suas vítimas…» Li hoje (mais) uma notícia sobre a «condenação de cinco falsos curandeiros que encenavam rituais de purificação com o objetivo de enganarem a vítima e extorquirem dinheiro de forma ilícita». Apesar da gravidade do assunto, não consegui deixar escapar um sorriso acompanhado de mais um simples ato de reflexão: Falsos curandeiros?!... mas, então, também existem curandeiros verdadeiros?! Concordo plenamente que todos


0445. Jesus
Não é fácil, para não dizer impossível, descrever a aparência física de uma entidade fictícia. É preciso muita imaginação por parte do (s) criador (es) e sobretudo aceitação por parte dos fiéis seguidores, que necessariamente terão que ser precocemente convencidos da sua existência. Tomando como exemplo a mitologia católica, o livro que lhe serve de base e glorifica não faz qualquer referência à aparência física. Apenas sabemos que ao longo da história da sua criação e dissem


0444. Kristin em Fátima
Chegou até mim através da Agência de Notícias Ecclésia da Igreja Católica portuguesa a extraordinária notícia que a «Kristin» [1] também passara pela Cova da Iria e se atrevera a « derrubar dezenas de árvores no Santuário de Fátima com rajadas de vento na ordem dos 140 quilómetros por hora. As mais afetadas foram os cedros e os pinheiros das alamedas do Recinto de Oração, mas registaram-se igualmente quedas de árvores nas traseiras da Basílica de Nossa Senhora do Rosário e n


0443. «Deixai vir a Mim as criancinhas»
«Deus ama as crianças ainda antes de estas O conhecerem…» -não é por acaso que o manifesta em Mateus 19:14: «deixai vir a Mim as criancinhas e não as impeçam…» A Igreja Católica “adota” os seus filhos ainda antes destes conhecerem o seu futuro amo. Já alguma vez, ao entrar numa igreja com o seu filho pela mão, imaginou ou questionou o autêntico significado de tais palavras? Já alguma vez imaginou o que poderá estar por detrás desta massacrante endoutrinação religiosa e quai


0441. Laicidade
A laicidade é um pilar fundamental e inviolável da democracia e um dos princípios identitários da Constituição da República Portuguesa (CRP) que legalmente todos estamos obrigados a respeitar. Os artigos 41.º e 43.º da CRP consagram precisamente a liberdade de consciência, de religião, de culto e estabelecem a base da laicidade: « as igrejas e outras comunidades religiosas estão separadas do Estado » e « o ensino público não será confessional ». De igual modo, a Lei de Liberd


0439. O que seria "deus"?
Li, algures, que não se deve perguntar «quem é deus?», mas sim «o que é deus?». Ora, na minha modesta opinião, independentemente da nulidade da questão e da resposta, o que realmente se deveria colocar seria a hipótese… Se existisse um deus, quem seria ou o que seria? Não se observando ou comprovando cientificamente a existência de qualquer entidade divina, vulgo “deus”, a questão transforma-se em mera nulidade, levando-nos, obviamente, para o campo da especulação/imaginação.


0435. "Deus"
Existem inúmeras provas sobre a evolução das espécies, incluindo a humana. Não existe nenhuma prova nem evidência sobre a existência de seres sobrenaturais. Não existe nenhuma prova sobre um suposto “deus” que saiba tudo sobre todas as coisas; que esteja presente em todos os lugares e que tenha um poder infinito. Se houvesse um “deus” omnisciente, obviamente que não existiriam erros e muito menos ressurreições absurdas para salvar imperfeições da sua própria criação. Se houve


0434. Solstício de Inverno
Não deveríamos celebrar o Natal, mas sim o Solstício de Inverno! Na realidade, os cristãos copiaram e deturparam o conceito de Natal. Na realidade o Natal não passa de uma relíquia dos primórdios da civilização humana que tinha por crença a adoração do Sol. Quase todas as festividades pagãs estavam ligadas a eventos naturais... Durante milénios, os nossos antepassados celebravam o Solstício com festivais de luz, trocas de presentes e encontros sazonais… O Solstício de Inverno


0432. Projeto de lei da burca
A Assembleia da República aprovou hoje um projeto de lei que prevê a “proibição do uso de roupas que impeçam a exibição do rosto em locais públicos” e a “proibição de forçar alguém a cobrir o rosto por motivos religiosos ou de género”. A proposta foi apresentada pelo Chega e tem como objetivo primordial a interdição do uso de burca em espaços públicos usando como pretexto a “segurança e a defesa da dignidade da mulher”. O projeto invoca os princípios da igualdade e laicidade


0431. Crenças religiosas
O que pode levar um ser humano a debruçar-se sobre uma pedra, a ajoelhar-se, a arrastar-se, a martirizar-se, a subjugar-se e a humilhar-se perante imagens ou esculturas de supostas entidades divinas? O que pode levar um ser humano a acreditar incondicionalmente na autenticidade da sua suposta divindade e a tomar as demais como falsas ou meros desvios da realidade? O que pode levar um ser humano a afirmar categoricamente que uma contradição ou prova não podem invalidar a fé na


0429. Ateísmo
A ausência de crença em entidades supranaturais, não implica propriamente um vazio existencial… pelo contrário! A ausência de crença permite-me viver plenamente e ser relativamente feliz no seio de uma família estruturada e num meio social e profissional equilibrado e regrado. A ausência de crença permite-me levar uma vida completamente pacífica, guiada por parâmetros éticos e sobretudo racionais que sempre defini como prioritários para me sentir plenamente satisfeito neste b


0427. Liberdade religiosa
A liberdade, tal como a liberdade religiosa, são valores fundamentais duma sociedade livre e democrática. Liberdade, no entanto, não é exatamente o mesmo que liberdade religiosa. A liberdade permite expressar plenamente sentimentos e pensamentos, interagir com os semelhantes, sejam eles crentes ou descrentes. A liberdade religiosa, permite apenas expressar uma crença, deixa de ser liberdade quando procura subjugar a liberdade d’outras crenças e sobretudo a liberdade dos que n

