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1044. Impressões de um poeta
Era uma vez a vida Brinca o poeta fingindo Que a vida não é nada Chorando a dor sorrindo Sorriso artificial Dum sonho de beleza dor Real e imaginária Que guardas no interior Nota: Um poeta vive, na generalidade, de uma forma intensa, procurando sempre Algo... o porquê da sua própria vida, a razão do seu ‘Ser’. No entanto, ante a incapacidade de realização e a frustração de não alcançar esse ‘Algo’, brinca com a própria vida (“Era uma vez a vida”), “fingindo que a vida não é


1043. Viver a vida
É tão bom correr saltar nadar Rolar na areia e pular no mar Sem ter que me importar É tão bom sorrir sentir abraçar Girar ao sol e à luz do luar Sem ter que me importar É tão bom ter um beijo para te dar Loucamente Amar e um Fim alcançar Sem ter que me importar Para que quero Bem Mal Racionar Se tenho Tudo assim sem pensar Sem ter que me importar https://amo-teliberdade.blogspot.com/ https://www.facebook.com/profile.php?id=100083278842229


1042. Dor
I Como adorava o teu sabor Na inocência do meu interior Brincar contigo e chamar-te amor Disputar contigo e ser o vencedor II Mas o que era afinal essa dor Que amava com tanto ardor Que gelava e dava calor À inocência do meu interior III Talvez fosse apenas Amor Pois sofri com todo o vigor Talvez fosse um simples pavor Ou incoerência do meu interior IV Talvez eu fosse um fingidor Não não era um fingidor Queria apenas descobrir a dor Que gelava e dava calor https://amo-t

